Vamos falar de DMG: conhecida como diabetes gestacional?
#AHistoriaPorTrasDaFoto: Bom, vamos lá! Hoje a
pergunta que mais recebi no direct foi: “Li, como você está magra naquela foto
grávida!”, “nossa, o que você fez pra emagrecer tanto na gravidez”, “como assim
você tão magra e grávida?”, e por ai vai. Por esse motivo, razão, circunstância,
resolvi iniciar falando do porque eu estar pesando menos no final da gravidez
do que quando descobri que estava grávida.
Confuso né!, mas é isso ai.
Muitas mulheres (mais do que eu imaginava), perdem peso ao longo da gestação,
ao invés de ganhar, que é o mais lógico já que um pequeno milagre está
crescendo dentro de você (digo pequeno milagre porque é isso que meu príncipe é
na minha vida, mas isso é tema pra outro post).
Os motivos para isso
acontecer são inúmeros, mas no meu caso isso começou a acontecer quando eu
entrei no 7º mês de gestação, com uma saúde de dar inveja, uma barriga gigante
e um príncipe crescendo a cada dia mais. O que tive foi uma DMG, conhecida como
diabetes mellitus gestacional, que é quando o
corpo não consegue fabricar a insulina -- hormônio produzido pelo pâncreas --
em quantidade suficiente (a insulina controla a quantidade de açúcar disponível
no sangue, para ser usado como fonte de energia, e permite que o excesso de
açúcar seja armazenado; seu corpo precisa produzir insulina extra para atender
às necessidades do bebê, principalmente da metade da gravidez em diante), e se tratada a tempo, pode não trazer mal nem para a mãe nem
para o baby.
No meu caso, assim que percebemos a perda de peso, que era
visível (sede
anormal e cansaço extremo),
retornei à minha médica e, após refazer alguns exames, iniciamos imediatamente um controle com nutricionista,
endocrinologista e cardiologista, com uma dieta adequada e com o uso de remédios, como
hipoglicemiantes orais e poucas doses de insulina.
O lado positivo do tratamento da
diabete é que você tem como influenciá-lo para o bem. Com orientação médica,
você conseguirá controlar a diabete durante toda a gestação. O
principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a
placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais, e um
bebê muito grande pode dificultar o parto, e aumenta a probabilidade de você ter
problemas no parto. O volume de líquido amniótico também pode aumentar demais. O bebê também fica mais propenso a
ter icterícia e hipoglicemia após o parto,
e a apresentar problemas respiratórios.
Conseguimos controlar tudo isso até o parto, e no final tudo
correu bem (mas já adianto que um post novo sobre cuidados pós parto virão por
ai, e essa bendita diabetes não pode ficar esquecida jamais).
A cada dia uma nova foto e um novo fato. As novas
descobertas, os novos apertos, sufocos e aprendizagens.
Bjo bjo...
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Referencias
para esta postagem: https://www.tuasaude.com , http://www.diabetes.org.br/


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